1 de janeiro de 2018

Os Dez Melhores Discos Nacionais de 2017

O ano de 2017 já passou e pra não deixar nenhuma pendência o ponto final é a última lista que faltava, a com os dez melhores discos nacionais do ano. Fazendo um balanço geral deu pra ouvir um bocado de disco. Talvez não o bastante, mas o suficiente pra eleger os dez melhores dentro daquilo que ouvi durante o ano. No final, nomes mais conhecidos e figurinhas carimbadas da cena independente acabaram prevalecendo.

A lista com os dez melhores discos internacionais foi publicada aqui. Abaixo você confere a lista com os melhores lançamentos nacionais.

10.
The Sorry Shop - Softspoken
O disco barulhento e etéreo da banda não podia passar batido aqui. Ele passou por aqui como dica e de quebra me foi concedido uma entrevista com os caras. Aqui o shoegaze e dream-pop encontram-se em ótima parceria.

09.
Rodrigo Campos, Juçara Marçal e Gui Amabis - Sambas do Absurdo
O samba e a mpb estão bem alinhados em "Sambas do Absurdo", disco feito pelo trio acima. É aquele samba meio raiz meio moderno que você respeita.


08.
Garotas Suecas - Futuro do Pretérito
Aqui temos um disco despojado feito pela Garotas Suecas. Aquele rock com um toque descontraído bom de ouvir. A faixa preferida é Fera.


07.
Maglore - Todas as Bandeiras
"Os baianos entregaram um disco pronto para ser consumido sem obstáculos equilibrando sua brasilidade na veia roqueira tendo o pop como elemento acessível ligando as vertentes e improvisos da banda." (Leia mais aqui)


06.
Loomer - Deserter
"Se o principal insumo de seu trabalho é o barulho, a Loomer trata de lapidá-lo para deixar ele cada vez mais notável, menos sujeito a falhas, e coeso." (Leia mais aqui)


05.
Giovani Cidreira - Japanese Food
Eu particularmente não conhecia o Giovani Cidreira e seu segundo registro "Japanese Food" foi uma grata surpresa pra mim. Pássaro Prata, melhor faixa do disco, foi apenas um dos motivos.


04.
Mallu - Vem
Acho que "Vem" se tornou meu disco preferido da Mallu Magalhães. Pude enxergar amadurecimento paralelo a inocência de suas canções meio mpb, samba e pop. A faixa preferida é Será Que Um Dia.

03.
Castello Branco - Sintoma
"Sintoma" é um disco delicado daqueles que te tranquilizam ao ouví-lo. Vide a faixa Providência. Aos amantes do som a base do violão e singelos arranjos Castello Branco foi um bom lançamento do ano.

02.
Lava Divers - Plush
O Lava Divers foi outra grata surpresa pra mim. A banda descarregou um som energético misturando indie rock, punk e garage rock em seu disco, "Plush". Não deu pra ficar parado.

01.
Nevilton - Adiante
O disco ensolarado do Nevilton, "Adiante", saiu beirando o final do ano e após ouvir várias vezes ele saltou para o topo da lista. Canções irreverentes e o pop calibrado fizeram do álbum o melhor do ano.

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25 de dezembro de 2017

Os Dez Melhores Discos Internacionais de 2017

O ano aqui pro Música Café não foi muito movimentado com as postagens, mas ainda assim não faltou vontade de continuar mantendo o blog atualizado. Até foi criado uma coluna nova, "Disco da Semana", pra indicar discos novos além dos "Lançamentos", "Resenhas" e "Downloads".

Fazer as ditas Listas de Melhores do Ano é um item quase obrigatório pra quem tem um blog seja de música, filmes ou de outras coisas. Talvez seja o momento mais "difícil" e o mais demorado de se fazer pra quem escreve nesse meio e no final o gosto pessoal, óbvio, à parte da unanimidade e do hype, sempre prevalece.

Na pré-seleção entra de tudo um pouco. Tem aqueles discos resenhados aqui, os queridinhos da galera, discos presentes em outras listas que não foram ouvidos ainda, fora outros que você lembra e resolve dar uma segunda ou terceira chance. Ouvi-se um por um deletando ou não logo em seguida. Daí quando você filtra dez, objetivo da lista, vem a complicada tarefa de por em ordem de preferência os discos que restaram.

Em muitas listas por aí o ano foi da Lorde ou do Kendrick Lamar. Aqui pra nós o ano foi um pouco diferente. Abaixo segue minha lista de Melhores Discos Internacionais de 2017.

10. 
Arca - Arca
Em um ano que tanto se esperou pela parceria Arca e Björk, o terceiro disco do venezuelano prevaleceu. Insinuante, o disco propõe uma experiência eletrônica peculiar característico do músico Alejandro Ghersi.

09. 
James Holden And The Animal Spirits - The Animal Spirits
"The Animal Spirits" quase passou batido por aqui quando encontrei ele em algumas listas e pude descobrir o bom disco instrumental que é. Misterioso e cheio de improvisos, com o perdão do trocadilho, animais.

08.
John Maus - Screen Memories
Em tempos que se preza muito pelo diferente ou inovador, ouvir um disco com uma cara mais classuda sempre é necessário. "Screen Memories" do John Maus tem essa imagem alinhando post-punk, new wave e kraut rock no mesmo disco.

07.
Courtney Barnett And Kurt Vile - Lotta Sea Lice
Depois de ouvir "Lotta Sea Lice" talvez você chegue a conclusão que o duo foi feito um para o outro. O folk rock do disco carrega traços de ambos fazendo com que várias músicas grudem na cabeça.

06.
Slowdive - Slowdive
Quando anunciaram que Ride e Slowdive voltariam a lançar disco novo depois de anos muita gente entrou em êxtase. No final o Slowdive nos entregou um disco mais profundo para os bons amantes do dream-pop e shoegaze apreciarem com carinho.

05.
Fleet Foxes - Crack-Up
"Crack-Up" foi outro disco muito aguardado. Apesar de ter somente três discos o Fleet Foxes é sem dúvidas uma banda conceituada. Aqui eles prezaram a harmonia do conjunto e isso o grupo soube fazer com caprichos deixando o folk em outro nível.

04.
Vulfpeck - Mr Finish Line
O Vulfpeck foi uma das bandas que indiquei na coluna "Disco da Semana" por apresentar uma ensolarada mistura de grooves dançantes que passeiam do funk ao jazz. Um disco gostoso de ouvir de batidas que ficam na cabeça. (Leia mais aqui)

03.
Sampha - Process
A bela aliança do r&b com a música pop presente em "Process" fizeram do Sampha um dos destaques do ano. O carro-chefe é o single "Blood On Me" com uma fórmula pop que promoveu ainda mais o álbum.

02.
Charlotte Gainsbourg - Rest
Eis o destaque pop do ano pra mim. O álbum da Charlotte é harmonicamente belo e repleto de músicas fáceis de gostar. As faixas parecem interligadas para complementar cada detalhe da obra.

01.
Thundercat - Drunk
Habemus disco do ano! Aqui temos uma bela mistura de jazz, funk, blues e r&b promovida por Stephen Bruner. O terceiro disco do músico carrega uma vibe dançante conciliando as várias facetas dos estilos propostos tornando-o o disco do ano.


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27 de janeiro de 2017

Os Dez Melhores Discos Nacionais de 2016

Pra fechar 2016 de vez depois de publicar a lista dos Dez Melhores Discos Internacionais, eis a lista que faltava com os dez melhores discos nacionais do ano. Durante o ano deu pra perceber que o lado b brasileiro continuou a todo vapor soltando discos pelos quatro cantos do país. Uma pequena amostra disso foram os posts publicados aqui com dez lançamentos nacionais. Conheça alguns deles aqui e aqui.

De tantos discos lançados eis aqueles que mais me agradaram.

10. JONATHAN TADEU - QUEDA LIVRE
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Caso esteja triste e queira ouvir um disco que esteja de acordo com seu estado de espírito, o segundo álbum do Jonathan Tadeu pode te servir de ombro amigo. "Com uma sonoridade lo-fi que relembra os anos 90 da guitarra do Yo La Tengo a melodia da Carissa Wierd, Jonathan Tadeu explora o poder de suas composições para fazer um disco honesto onde a música final reflete com dignidade aquilo que se sente e o que se pensa em alta qualidade." (Leia a resenha do disco aqui)

09. SÉCULOS APAIXONADOS - O MINISTÉRIO DA COLOCAÇÃO
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Não demora para descobrirmos a vibe oitentista dos meninos do Séculos Apaixonados em seu novo álbum, "O Ministério da Colocação". A new wave com uma roupagem despojada caracterizou bem o disco. Como amostra ouça 'Ele Também Foi Pra São Paulo' e a nostálgica 'Dedo Em Riste'.

08. BLUBELL - CONFISSÕES DE CAMARIM
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O oitavo lugar fica com o charmoso quarto disco da Blubell. "Composto por 11 músicas, "Confissões de Camarim" se adapta fácil a vários ouvidos. Nele a mpb é maleável permitindo encontrar no jazz elementos que confira mais elegância nos arranjos e na lounge music um clima refrescante, bom para relaxar e quem sabe se descontrair." (Leia mais aqui)

07. JOÃO DONATO - DONATO ELÉTRICO
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Eis um álbum instrumental digno de muitos elogios! Em "Donato Elétrico", o oitentão carioca João Donato conferiu suingue ao jazz energético que predomina em todo o disco que é versátil, dançante e um tanto elegante!

06. BANDE DESSINÉE - DESTEMIDA
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O novo disco da Bande Dessinée, "Destemida", tem um monte de músicas pop de versos simples e retoque regional que facilmente grudam na cabeça. Essa é uma das virtudes que levou o disco do grupo a figurar aqui na lista de Melhores do Ano. Ouça 'Destemida', 'Perdizes', 'Estelita' e 'Todo Canto É Mar'.

05. MARCELO PERDIDO - BICHO
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"Bicho", terceiro disco do Marcelo Perdido saiu bem dizer no final do ano. Nele pudemos encontrar um "Marcelo percorrendo o familiar caminho folk, sempre cauteloso para não tropeçar na autoconfiança. Seu instinto o conduz ao ar livre reproduzindo em suas músicas a tranquilidade de ambientes pacatos tal como ouvimos em 'Passarinha', 'Primavera em Mim', e 'Pai Pardal'. Assim o é em todo o trajeto de o "Bicho". (Leia mais aqui)

04. O TERNO - MELHOR DO QUE PARECE
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A banda O Terno tem ganhado cada vez mais notoriedade com um trabalho atrás do outro e seu novo disco, "Melhor Do Que Parece", não só fideliza o público conquistado até aqui como ganha mais fãs com seu velho, novo e bom rock n roll.

03. CÉU - TROPIX
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A malemolência pop da Céu em "Tropix" a levou aos céus da música nacional em mais um ano. De 'Perfume do Invisível' a 'Rapsódia Brasilis'. o disco apresentou uma cantora que continua dialogando a mpb e o pop de forma a não se esbarrar em clichês.

02. BALEIA - ATLAS
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Logo na primeira audição de "Atlas", segundo disco da Baleia, percebi que esse seria um dos meus discos preferidos. Sobre ele pude escrever: "Há mais caprichos e ambição em "Atlas" que o diferencia de "Quebra Azul". Talvez isso fique mais evidente nos efeitos das melodias, ambientações e na percussão que ganharam uma expressão maior..." (Leia a resenha do disco aqui)

01. MAHMUNDI - MAHMUNDI
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Marcela Vale, a Mahmundi, com certeza foi responsável por deixar o ano mais feliz com seu disco homônimo. A promissora cantora que só conhecíamos através de singles e EPs acertou em cheio com seu disco de estreia. Ensolarado, cheio de músicas de refrãos pegajosos, o álbum consegue nos empolgar o tempo todo sem precisar de muito esforço. A obra reflete o brilho e a graça do sorriso da autora.
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Ouça uma playlist com uma música de cada disco.

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22 de dezembro de 2016

Os Dez Melhores Discos Internacionais de 2016

Mais um ano chega ao fim e o que nos resta é finalizá-lo com as famosas listas de Melhores do ano. Apesar de ter sido um ano de perdas no mundo da música, esse também foi um ano de boas descobertas como Lucy Dacus e SALES, de surpresas como Solange e do supergrupo Minor Victories. Vale citar também certas decepções como M83, Bloc Party e Wild Beasts.

Assim, sem mais delongas, eis aqui pro Música Café os 10 melhores discos internacionais desse ano. A lista com os discos nacionais encontra-se aqui.

10. ANOHNI - HOPELESSNESS
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Anthony Hegarty do Antony And The Johnsons se transformou em ANOHNI e nessa nova fase ela alia sua experiência a um viés eletrônico mais envolvente tal como em 'Drone Bomb Me', '4 Degrees' e 'Watch Me'. Dona de um timbre peculiar, a agora cantora continua mostrando elegância no cantar. "Hopelessness" se destacou por seu conceito artpop e experimental.

09. MITSKI - PUBERTY 2
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"Puberty 2" é com certeza um dos melhores trabalhos que Mitski Miyawaki lançou na carreira de quatro discos. São onze faixas em que o pop se desenrola de maneiras inesperadas podendo se apresentar desde como indie pop na faixa 'Happy' a algo mais ruidoso como noise-pop em 'Your Best American Girl'.

08. CAR SEAT HEADREST - TEENS OF DENIAL
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Em um período em que o indie rock está cada vez mais batido, o Car Seat Headrest fez o indie soar desordenado e barulhento para chamar nossa atenção com seu décimo terceiro disco, "Teens Of Denial". Provido de guitarras sujas que nos remete ao som garageiro, o álbum tem um forte impacto em nossos ouvidos.

07. LAMBCHOP - FLOTUS
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"Flotus" é a abreviação de For Love Often Turns Us Still, o mais recente álbum do Lambchop. Logo de cara, a belíssima faixa que inicia o álbum, 'In Care Of 8675309', aponta para mais uma obra de qualidade assinada por Kurt Wagner e companhia. O grupo criou um disco folk com um sutil apelo eletrônico brilhante.

06. KEVIN MORBY - SINGING SAW
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Kevin Morby pode até ser mais conhecido por tocar no Woods, mas esse ano o baixista levou a melhor sobre a banda no duelo de quem lançou o melhor disco. Singing Saw mistura folk, alt country e indie rock com uma estética lo-fi empolgante. Um bom exemplo disso é faixa 'Dorothy', uma verdadeira baladinha folk-lo-fi-rock.

05. ANGEL OLSEN - MY WOMAN
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"My Woman" é talvez o melhor e o mais acessível disco que a Angel Olsen fez. Nele, a cantora aliou delicadeza e força ao conduzir sua guitarra. Com ela o pop deixou de ser algo meloso e passou a bradar por meio de ruídos. O hit 'Shut Up Kiss Me' foi o carro-chefe do álbum. Outros destaques são: 'Never Be Mine' e 'Not Gonna Kill You'.

04. GET WELL SOON - LOVE
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Konstantin Gropper é o alemão por trás do Get Well Soon que lançou o disco "Love". São onze belas faixas produzindo um folk refinado com traços do chamber-pop que se destacou ainda mais pela voz aveludada do músico. Faixas como 'It's a Tender Maze' e 'It's Love' trazem esse tom mais rebuscado, por exemplo.

03. NICK CAVE AND THE BAD SEEDS - SKELETON TREE
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Se teve um disco que evocou em nós uma carga de tristeza e acentuou nossa sensibilidade, esse foi "Skeleton Tree" do Nick Cave. Em cada faixa foi possível sentir com elas refletiam o estado de espírito do músico. Coberto de um tom melancólico, Cave nos convidou a não só ouvir seu novo disco, mas também a senti-lo.

02. MICHAEL KIWANUKA - LOVE & HATE
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Quatro anos depois de aparecer para o mundo com seu disco de estreia, "Home Again", o inglês Michael Kiwanuka continuou esbanjando seu potencial vocálico em "Love & Hate". Foi possível sentir o soul de raiz em seu timbre e nas melodias de suas músicas. Em seu segundo disco ele conseguiu soar clássico e atual ao mesmo tempo. Sem dúvidas, um belo registro.

 01. OUM SHATT - OUM SHATT
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Cheguei a publicar o disco dos alemães da Oum Shatt aqui comentando um pouco sobre o som da banda. "O som remete a um post-punk minimalista com um linha de baixo e bateria bastante volumosa. Há um pouco de kraut rock no DNA da banda, mas o fator que mais chama a atenção são as "referências arábicas" presentes na obra que confere originalidade no disco." O homônimo é um álbum bastante peculiar com referências clássicas sendo preservadas junto a um tom inovador.

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Ouça abaixo a playlist com dez faixas, uma de cada disco.

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1 de dezembro de 2016

Três lançamentos de Shoegaze: Newmoon, Lorelle Meets The Obsolete e Shana Falana

Faltando um mês pro ano acabar, algumas listas de Melhores do Ano começam a surgir e enquanto a lista do Música Café não sai ainda dá pra encontrar coisa boa perdida por aí. Esse ano criamos a coluna "Especiais" que nada mais é que uma série de posts que reúnem três lançamentos de determinado estilo ou localidade. Até então apresentamos três lançamentos da Espanha, três lançamentos de Fortaleza e por último três discos de post-punk.

Pra fechar a coluna nesse ano, reuni três lançamentos de shoegaze onde o barulho dita a dissonância dos arranjos e repercute em nossos ouvidos. Confere logo abaixo.

A Newmoon é uma banda da Bélgica que lançou seu primeiro disco esse ano. Chamado de "Space", o disco reproduz um shoegaze com uma vibe melancólica onde os riffs e distorções conseguem expressar uma carga sentimental mediante o peso dos instrumentos e o tom deprimido dos vocais.





A Lorelle Meets The Obsolete é um duo de Guadalajara no México formado por Lorena Quintanilla e Alberto González. "Balance" é o quarto disco da carreira da banda. Nele, o shoegaze não tem a pretensão de dominar todo o disco mostrando todo o seu poder. Ele está constantemente flertando com o psicodélico criando texturas diferentes nas faixas.





A Shana Falana é um duo americano formado por Shana Falana e Michael Amari. Esse ano lançaram seu segundo disco, "Here Comes The Wave". O som carregado de peso e noise ganha força ainda mais com o tom agressivo dos vocais de Shana que lembra os das meninas da Honeyblood e Warpaint. O shoegaze aqui segue acompanhado pelo dream-pop, noise e o punk. Ouça Cool Kids e Where R U.



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30 de dezembro de 2015

Os Dez Melhores Discos Nacionais de 2015

Com a lista dos Melhores Discos Internacionais do ano já publicada só faltava a dos melhores discos nacionais pro Música Café fechar 2015. Agora não falta mais! Se ano passado teve uma leva de bons discos (veja a lista aqui), esse ano o lado b brasileiro se manteve em alta ficando fácil fazer uma lista de 20, 30...por assim dizer.

Esse ano divulguei mais lançamentos nacionais, daí surgiu uma série que somou cinco posts contendo dez trabalhos novos em cada postagem para alcançar esse objetivo o que acabou deixando a marca da pluralidade sonora que é feita Brasil à dentro. Daí formou-se a lista abaixo. Devido a disponibilidade de tempo acabou ficando sem o resumo de cada álbum como de costume. No mais, obrigado a todos que acompanham o Música Café e até daqui a pouco.

10. Lê Almeida - Paraleloplasmos

09. Cidadão Instigado - Fortaleza

08. Zé Pi - Rizar

07. Phillip Long - Zeitgeist

06. Jair Naves - Trovões a Me Atingir

05. Pélico - Euforia

04. Jonathan Tadeu - Casa Vazia

03. Quarto Negro - Amor Violento

02. Frabin - Real

01. This Lonely Crowd - Meraki

Ouça a playlist com uma faixa de cada álbum.
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