18 de maio de 2018

Courtney Barnett - Tell Me How You Really Feel (2018)

"Tell Me How You Really Feel" segundo disco solo da Courtney Barnett saiu oficialmente hoje para audição.

O disco soa uma boa sequência do anterior "Sometimes I Sit And Think And Sometimes I Just Sit" lançado em 2015 com a guitarra surgindo mais agressiva em algumas faixas e, no geral, com o tom roqueiro predominante acompanhado da voz sobressalente de Courtney Barnett dispensando doçuras do pop.

Os singles que antecederam o disco foram: Nameless, Faceless, Need a Little Time e City Looks Pretty.

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19 de abril de 2018

Ouça: Courtney Barnett - City Looks Pretty

City Looks Pretty é a terceira faixa de dez que a Courtney Barnett revela do seu novo disco "Tell Me How You Really Feel" que vai sair em 18 de Maio. Sem inventar muito na nova faixa, a cantora segue na linha do seu primeiro trabalho o que a vai levando a mais um acerto. 

A anteriores que a cantora lançou foram: Nameless, Faceless e Need a Little Time

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16 de março de 2018

Ouça: Courtney Barnett - Need A Little Time

Esse ano Courtney Barnett irá lançar seu segundo disco da carreira que o conhecemos quando a cantora lançou a inédita Nameless, Faceless. "Tell Me How You Really Feel" sairá em 18 de Maio e dias atrás Courtney Barnett soltou mais uma novidade.

Desta vez foi Need A Little Time que chegou através de um vídeo mostrando a cantora sendo recrutada e indo tocar lá no espaço. Confira logo em seguida.

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15 de fevereiro de 2018

Ouça: Courtney Barnett - Nameless, Faceless

Nos últimos três anos a Courtney Barnett tem sido uma das grandes sensações do indie. Seu disco de estreia saiu aqui na lista de Melhores de 2015, e ano passado, sua parceria com Kurt Vile foi bem aceita por aí e rendeu uma posição no top 10 aqui do blog.

Esse ano a cantora australiana vai lançar seu segundo álbum que foi anunciado no começo da semana. Chamado de "Tell Me How You Really Feel" ele será lançado em 18 de Maio. A primeira faixa revelada foi Nameless, Faceless.

01. Hopefulessness
02. City Looks Pretty
03. Charity
04. Need A Little Time
05. Nameless, Faceless
06. I’m Not Your Mother, I’m Not Your Bitch
07. Crippling Self Doubt And A General Lack Of Self-Confidence
08. Help Your Self
09. Walkin’ On Eggshells
10. Sunday Roast

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11 de dezembro de 2015

Os Dez Melhores Discos Internacionais de 2015

Bem, fim de ano chegando e é aquela história de lista pra lá, lista pra cá, separa os discos bons dos ruins pra depois escolher os ótimos e montar a lista definitiva. Em 2015 escutei mais de 500 discos por alto. No final fui me baseando em algumas boas lembranças e consultando outras listas para montar uma prévia pra análise e ouvir novamente cada disco o que acabou fazendo a diferença para alguns álbuns aparecerem na lista de Melhores do Ano.

Assim como no ano passado (Melhores Discos de 2014) optei por eleger apenas dez discos porque no final, acredito, é o que mais se leva em consideração. Confiram aí a lista dos 10 Melhores Discos Internacionais de 2015 - é claro, na minha opinião.

10. Eternal Summers - Gold And Stone
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O "Gold And Stone" foi um disco que surgiu despretensioso no meio de tantos falados, mas bastou algumas audições extras para que ele revelasse sua qualidade na afinação entre o noise e o pop. O Eternal Summers conseguiu fazer um disco correto trabalhando bem na proposta de criar um noise de forma equilibrada para deixar um retrogosto ruidoso ao pop bem marcado nos vocais de Nicole Yun. Destaques do disco: Together Or Alone, Gold And Stone e Black Diamond.

09. Kurt Vile - b'lieve i'm goin down...
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A carreira do Kurt Vile ganhou um salto com seu disco de 2013 "Wakin On a Pretty Daze". Esse ano ele se mantém em evidência com "b'lieve i'm goin down..." fazendo um folk mesclado com o country com base no violão criando aquele típico clima bucólico sendo um dos melhores do estilo no ano. Alguns destaques ficam por conta de: Pretty Pimpim e Dustie Bunnies.

08. Benjamin Clementine - At Least For Now
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Se temos que apontar uma das revelações desse ano, com certeza, o Benjamin Clementine, com seu disco de estreia "At Least For Now", é uma delas. De voz poderosa, Clementine entoou o soul de forma eloquente sem precisar de muito esforço. A simplicidade de suas melodias preparou o ambiente para o músico cantar com emoção e se nem sempre de hits vivem os melhores discos, o "At Least For Now" é um deles. Ouça: Winston Churchill's BoyCornestone e Condolence.

07. Lianne La Havas - Blood
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Se você esperava que o "25" seria o melhor disco de Soul Pop do ano e se frustrou um pouco não deixe de ouvir "Blood", segundo disco da Lianne La Havas. A cantora calibrou seu soul de forma elegante, sendo uma das melhores referências do neo-soul atualmente. O pop vibrou em seu timbre poderoso o que embelezou ainda mais sua música. Como dica ouçam:  Unstoppable, What You Don't Do, Tokyo e Never Get Enough

06. Unknown Mortal Orchestra - Multi-Love
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O quarteto Unknown Mortal Orchestra fez de "Multi-Love" seu disco mais acessível. A vibe psicodélica serve como molde pro pop soar original agregando outros valores como RnB e o jazz de forma bem pontual. O clima ensolarado, meio nostálgico, predomina no disco que é convidativo cheio de músicas que nos insinua a dançar. Alguns destaques do disco são: Multi-LoveExtreme Wealth And Casual Cruelty e Necessary Evil.

05. Julia Holter - Have You My Wilderness
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A Julia Holter é uma dessas cantoras que te obriga a analisar sua obra com atenção. "Have You My Wilderness" é cheio de detalhes que o ajudam a sair de uma linha comum mesmo que músicas como Feel You e Silhouette digam o contrário. Seu som tem sempre um tom mais artístico incrementado por notas mais rebuscadas e seu quarto álbum é digno de elogios. Ouça também: How Long? e Lucette Stranded on the Island.

04. Courtney Barnett - Sometimes I Sit And Think And Sometimes I Just Sit
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A australiana Courtney Barnett deu seu recado de forma certeira com seu aclamado primeiro disco, "Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit". Com um indie rock despojado, Courtney demonstrou ousadia nos vocais e guitarra enérgica com tendências punk e folk rock emplacando hits como Pedestrian At BestNobody Really Cares If You Don't Go to the Party e Dead Fox. Sem dúvidas, uma das grandes revelações desse ano que supriu qualquer expectativa sobre ela.

03. Sufjan Stevens - Carrie & Lowell
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O Sufjan Stevens pode ter largado um pouco seu lado experimental em "Carrie & Lowell", mas nem por isso o disco deixou de ter sua marca. Melodias singelas, sonhadoras, somadas a vocais reconfortantes, foi o que Stevens trouxe para nós em "Carrie & Lowell". O disco contém uma carga emotiva predominante e que talvez por isso cative de forma mais rápida. Um belíssimo trabalho. Ouça: Drawn to the Blood e Should Have Known Better.

02. Viet Cong - Viet Cong
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O segundo lugar fica por conta do Viet Cong que lançou seu primeiro disco, homônimo, esse ano e ele veio avassalador. Com referências ao post-punk misturado com o noise rock, o som é denso e abafado. Um instrumental intenso e pulsante ditam a pegada e o ritmo do disco que apesar de ter apenas sete faixas não deixa a desejar em nada. O uso de teclados aparecem como atrativo à parte em meio ao som arrebatador. Experimente ouvir: Pointless Experience, March Of Progress e Silhouettes.

01. Here We Go Magic - Be Small
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Eis o melhor disco do ano! Já não é de hoje que os americanos do Here We Go Magic vem se destacando. A banda vem numa crescente boa desde seu debut em 2009 e esse ano seu quarto disco, "Be Small", vem confirmar a qualidade do grupo em equilibrar o indie rock, com nuances psicodélicas e experimentais. Ele foi uma dos poucos disco que pude resenhar esse ano e que acabou ganhando cinco estrelinhas. Uma trecho do texto diz: "A variante experimental é um recurso que eles utilizam de forma equilibrada para dar uma textura diferenciada a outros componentes como indie rock e o folk com um viés psicodélico. Em termos simples podemos dizer que o Here We Go Magic faz um som experimental para iniciantes, bem acessível." (leia a resenha aqui) Ouçam: Stella, Falling, Candy People e News.
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Editado Por Moisés Lima | Tecnologia do Blogger
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