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sexta-feira, 8 de março de 2019

Resenha » Telekinesis - Effluxion (2019)

O Telekinesis é basicamente o nome artístico de Michael Benjamin Leaner, o cara que faz tudo quando o assunto é lançar álbum novo. Ele escreve, toca e produz. Esse ano ele lançou em 22 de Fevereiro o quinto disco de inéditas chamado "Effluxion". O último registro do cantor foi "Ad Infinitum" de 2015.

Em "Effluxion", o cantor encontra-se em evolução explorando dois universos, o rock e o pop, de forma a aproximá-los ainda mais. O início com faixa título, uma baladinha que começa bem baixa, pode não mostrar a real intenção do disco logo de cara. Na sequência, os arranjos começam a dar o tom da obra com a guitarra incidindo com mais força dando um sobretom mais barulhento ao pop criado sob efeitos eletrônicos como a excelente dobradinha Cut The Quick e Like Nothing.



"Effluxion" é assertivo em sua proposta principalmente por Leaner ter dado mais poder a guitarra. É com ela que o músico tem conferido uma roupagem mais roqueira ao Telekinesis como em Set a Course e Feel It In Your Bones. Dá pra dizer que Leaner andou amadurecendo ao vermos que o pop não soa apelativo e as faixas Running Like a River, How Do I Get Rid Of Sunlight? e Suburban Streetlight Drunk destacando bem isso com o uso de teclado e synths.

O álbum tem dez faixas que totalizam 31min e ao longo da audição percebe-se que ele permanece em alta o tempo todo mesmo no final quando a tendência é diminuir o ritmo. A Place In The Sun a batida na faixa é simples e contagiante (veja o vídeo acima). Salvo Out Of Blood que tem uma pegada mais cadenciada mas é igualmente boa.

Com mais um bom disco na carreira cheio de hits, o Telekinesis acaba sendo aquela banda necessária para fazer um divertido barulho no seu ouvido!

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